






O meu desejo para 2007...
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que queres ser, porque possuis apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer.
Tenha a felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem nos seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram, para aqueles que se magoam, para aqueles que buscam e tentam sempre e para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam pelas suas vidas.
O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.
Só teremos sucesso na vida, quando perdoarmos os erros e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.
A vida não é para se brincar, porque um belo dia morremos."
(Clarice Lispector)

Falta muito pouco para o virar da página ... apenas algumas horas. Pela primeira vez não estou a traçar um objectivo pessoal para 2007, porque tenho alguns pendentes, que não se tornaram realidade em 2006. Vou, durante mais novos 365 dias, continuar na busca da sua concretização.
Desejo a todos um FELIZ e PRÓPERO ANO de 2007.
Fiquem com algumas dicas para entrar com o pé direito no novo ano:
Pelo Sim e pelo Não, é melhor aderir a estes rituais, certo?!

MISTÉRIOS DO Nº......

O nº. 7 é o meu número preferido, sempre foi. Porquê? ... Não sei. Existe uma manifestação mística na sua textura, que me faz sempre escolhê-lo hipnoticamente, em repetidas ocasiões.
Estamos quase a entrar num ano em que o número 7 reina - 2007. Mas para quem não conhece as pontencialidades deste Senhor vejam só:
Existem: 7 dias da semana, 7 cores do arco-íris, 7 algarismos romanos, 7 colinas de Roma, 7 cidades sagradas da India, 7 torres de Constantinopla, 7 Artes na Antiguidade, 7 Belas-Artes, 7 Maravilhas do mundo antigo, 7 sábios da Grécia, 7 notas musicais, 7 anões da Branca de Neve, 7 edifícios sagrados da antiga Babilônia, 7 reis da antiga Roma, 7 rainhas na História foram chamadas de CLEÓPATRA, 7 deuses da antiga mitologia chinesa, A carta de Pero Vaz de Caminha tinha 7 folhas, 7 signos são representados por animais, Diz a tradição que Joana D’Ark, ao ser queimada na fogueira, exclamou 7 vezes o nome de Jesus, Tycho Brahe, conseguiu marcar as posições de 777 estrelas no firmamento, 7 tentativas fez Duque de Caxias para vencer a batalha de Itororó, 7 imperadores de Roma morreram assassinados e 7 dias para a criação do Mundo.
Mas há mais:
O número sete - é bem sabido - significa totalidade. Com efeito, quando os Apóstolos perguntaram quantas vezes deviam perdoar o ofensor, Cristo respondeu-lhes que deviam fazê-lo 70 x 7 vezes, para significar sempre, todas as vezes. O sete simboliza totalidade porque ele é composto de 3 + 4, significando pois ordem total; espiritual (3) e material (4). Por isto, este número cabe bem a Cristo, Deus e Homem, que contém toda a ordem, divina e humana. Não é então sem razão que o Apocalipse apresenta Cristo como “aquele que tem os sete espíritos de Deus” (Apoc.,) e que caminha entre os sete candelabros ( ).
O número sete corresponde a muitos totais. Sete são os sacramentos, sendo que três imprimem caráter (Batismo, Crisma e Ordem) e quatro não. Sete são as virtudes, sendo que três são teologais (Fé, Esperança e Caridade) e quatro são cardeais. Sete são os dons do Espírito Santo e sete são os vícios capitais. Sete são as cores, sendo que três são fundamentais e quatro resultam da combinação delas. Sete são as notas da escala, e três delas formam um harmônico. Sete eram as matérias da escola medieval, divididas em: Trivium (lógica, gramática e retórica) e Quadrivium (aritmética, geometria, música e astronomia), sendo que o Trivium era formado pelas ciências que regem a formação e manifestação do pensamento e o Quadrivium estudava as criaturas sob o ângulo matemático. O número sete pode ser formado com 6 + 1 = 7, e então ele significa a perfeição nas partes com Deus.
Em sentido oposto, o 7 menos o 1 resulta em 6, e então o 6 resulta da ordem total sem Deus. Ora, a pretensão da ordem total sem Deus é o sonho do naturalismo. O que é uma grande falsidade, já que “sem Deus nada podemos fazer” ( ).
Espero que o ano de 2007 transborde tanta energia positiva, quantas as sinonimias que ele carrega. Eu tenho um palpite que SIM e VOCÊS?.....
Coincidências????
Alguém acredita nelas? Eu não... estou convencida que nada acontece por acaso, que nada surge por surgir, sou apologista daquela frase de Paulo Coelho: " O Universo conspira a nosso favor...". Acredito que existem forças, energias que reclamam ser cumpridas, que têm de ser cumpridas.
Tenho tido ao longo da minha curta vida provas reais de que tudo incorpora uma mensagem, mesmo quando as coisas não fazem sentido naquele instante, mesmo quando algo é terrivelmente devastador. Com o tempo aprendemos a traduzir esses acontecimentos e a dar-lhe sentido. O importante é não fazermos por esquecermos nada, porque tudo tem uma linha condutora. Quando fechamos o passado e o isolamos do presente estamos a contribuir para um desaprendizado de vida. Cada vez me convenço mais de que precisamos olhar e observar tudo que nos acontece, até ao mais ínfimo pormenor, e interligá-lo universalmente ao passado, presente e futuro.
Se iniciarmos este treinamento, aproximamo-nos de uma certa liberdade, à imagem daquela frase erudita “ conhece a Verdade e ela libertar-te-á”. O caminho para essa verdade é vazio de sentido, sempre que o iniciamos, mas à medida que o fazemos as coisas tornam-se transparentes e perceptíveis aos sentidos. Convenci-me de que necessitamos de evoluir espiritualmente para conseguirmos percebermos isto.
Os árabes têm um dogma de vida traduzido na palavra – MAKTUB – ou – ESTAVA ESCRITO.
Há coisas que O estão, se não que sentido teriam certas alegrias, tristezas e saudades. É como diz uma grande amiga: “ Não basta cumprirmos o nosso destino, temos que nos permitir cumpri-lo”.![]()
![]()
![]()
O QUE ESCONDE O NOSSO NOME...
|

O Consumismo é algo grandioso, practicamente um vício. Necessitamos de gastar, de obter, principalmente nestas datas tão marcadas pela ferocidade dos comerciantes e dos produtos que se esbarram connosco a cada esquina. Hoje andei pelas ruas, na tentativa de acabar com este exercício de esbanjar dinheiro em presentes de natal. Como eu, outras pessoas circulavam, com o mesmo objectivo, nos centros comerciais.... aquela azáfama fez-me surgir no pensamento como o Natal deixou de ser practicamente a reunião de família, apenas pela reencontro, e toma nuances de mercantismo.
Não há muito tempo atrás, era eu criança, recordo-me perfeitamente, o natal era passado na aldeia dos meus avós paternos. Numa casa tipicamente rural, de 3 divisões: quarto dos avós, cozinha e sala, em pedra, com um curral por debaixo, com uma lareira acesa, com alheiras e enchidos por cima dos nossos cabelos ... com bancos de madeira e sem quase apetrechos natalícios.
Recordo-me muito do frio, que a lareira quase que não dissimulava, e recordo-me das pessoas a entrar e a sair ... quase não conhecia nenhuma, eram vizinhos, amigos, amigos dos amigos ... que entravam e saiam, não para trocar de prendas, mas para dar um abraço, um comprimento, um desejo sentido e verdadeiro de um ano melhor. Nessa altura tinha muito poucos presentes ... o nível de vida que existia também era muito distinto... mas sinceramente o convívio que fazia com alguns primos ( uns 15) era insubtituivel .... hoje já não somos esses 15 a pular e a brincar ... há mais prendas realmente ... mas menos barulho e risadas.
Acho que este consumismo, que ataca a todos, não deveria substituir quase todas as coisas ... sei que os meus filhos já são vítimas destas actualidades, mas tenho saudades de quando não existiam .... tenho saudades da casa dos meus avós ... ![]()

A associação projecto Artémis – www.associacaoartemis.com recebeu a confirmação sob um protocolo de apoio na unidade de obstetrícia do Sº. Marcos, Hospital da cidade de Braga.
O protocolo visa apoiar, nessa unidade, todas as mulheres vítimas de aborto espontâneo e/ou morte fetal. No fundo, qualquer forma que traduza a perda de um filho ao longo da gestação e em qualquer momento da sua etapa, esta associação contribuirá com o seu trabalho junto das parturientes que solicitem, ser da sua vontade, ser ajudadas neste período tão dramático na vida de uma mãe.
Mulheres que geram, mas que não dão à luz...É quase uma antítese, um paradoxo. Não é possível, quem gera, tem que dar à luz! Ou teria que dar à luz. Ou deveria dar à luz. É confuso, não é? E são só palavras…quando deixamos estes singelos jogos semânticos e vivemos a realidade que eles espelham, podemos sentir o colapso de uma ilusão, o desmoronar de um ciclo, a morte da liberdade da alma.
Este é o reverso da moeda, o outro lado da gravidez, o fantasma da maternidade – O Aborto.
Tenho constatado que vivo inserida, claramente, numa Sociedade em que o Aborto espontâneo é banalizado e o Ser que se gera sentido como se de um Pseudo-bebé se tratasse.
Infelizmente, nesta minha Sociedade, só quando se cinge nos braços o recém-nascido, é que o avaliam como uma Vida, antes ele nunca passou de uma mera “vida potencial”, que na eventualidade de se perder “Está tudo bem”!
Os próprios profissionais de saúde, salvo raras excepções, não equacionam a dor anímica, ou preferem ignorá-la. Resumem a perda de um bebé à dor física, ao seu material de trabalho, o corpo, e no entanto, a primeira é terrivelmente devastadora, deixando sequelas que colocam a integridade da mulher em causa, mas esta ninguém trata!
Os médicos lêem num aborto espontâneo estatísticas, que fatalmente gritam uma realidade crescente e não casos pontuais, as mulheres, vivem um luto sozinhas…
É importante sublinhar que, quando a dor física sara, perpetuam-se as cicatrizes psicológicas por uma vida e o Vazio passa a preencher uma saudade de um filho que nunca se deu à luz.
A Artémis emerge desta Sociedade para combater esta visão desinteressada sobre o aborto espontâneo, emerge para apoiar mulheres, que por momentos, puderam sentir o pulsar da vida no seu ventre, emerge para um objectivo comum, fazê-las acreditar num vocábulo tão simples como este: CONSEGUIR!
Todas estas mulheres são verdadeiras lutadoras, que nunca largaram esse sonho evasivo, que durou um minuto, mas que lhes comanda a vida: ter um filho!
A Artémis batalha por mostrar que Nós (sociedade) temos um papel de actor principal, é imperativo que apoiemos, que compreendamos, que saibamos fazer um luto àquele bebé, que não se manifestando fisicamente, existia, era amado, desejado e planeado por um casal repleto de fantasias e expectativas.
Por isto, Um bem haja Sº. Marcos.
![]()
Os sete PECADOS capitais
Senti necessidade de me debruçar sobre eles, isto no decorrer de uma conversa em que participei hoje, porque alguém dizia, que não conseguimos identificá-los em nós. Ai não? Eu consigo …. E vou prová-lo:
GULA – Tenho. Mas é uma gula contida, apenas se resume ao chocolate. Será considerado pecado mesmo assim? Talvez, porque quando como, costumo ser muito rápida para que sobre pouco ou nenhum.
INVEJA – Às vezes. Mas é uma inveja saudável. Nunca senti inveja, com o sentido de querer ferozmente algo que não me pertence, e resultar nisso um ódio ao portador. Neste sentido não. Tenho antes aquela inveja, por exemplo, de quem consegue fazer aquela dieta sem cair em tentações.
LÚXURIA – Quando posso ….
IRA - Infelizmente não tenho como dizer não. Também sofro de repentes, e alguns deles reflectem-se sob forma de ira. Mas alguém não terá este?
AVAREZA – Sou, sou e sou. Gosto mais do dinheiro na minha conta bancária. Bem sei que quando morrer não vai comigo. Mas dá-me segurança poder senti-lo ali.
PREGUIÇA – Ai, ai, ai … mas alguém terá coragem de afirmar que não tem este pecado? Olha … eu não!
ORGULHO – Tenho q.b. Não sou casmurra, sei admitir quando não tenho razão e sei pedir desculpa, quando erro verdadeiramente. No entanto, fico presa a algum rancor, quando me magoam injustamente. Mas o rancor não é pecado! ….
Ou seja, pelas minhas contas, tenho lugar garantido no Inferno, sou uma pecadora sem igual, não falhei um.
Deixo aqui o repto:
E vocês cometem os 7 pecados capitais?

Pacto de Silêncio porque ...
... o exercício do silêncio é tão importante como o da palavra!
Várias pessoas me têm dirigido a curiosidade de entender o porque do título do meu Blog. Pacto de Silêncio??????...
Não o entendem, porque também não o identificam comigo…. É natural, o nome é pesado, guarda mistério. Achei que seria importante explicá-lo na perspectiva em que eu o sinto.
Na minha vida fiz vários Pactos de Silêncio, assim como a maioria de vós já os terá feito também, ou como eu espero, ainda, fazer mais alguns. Não os sinto como coisas negativas, vejo-os antes como necessidades de um equilíbrio.
Existem silêncios que nos oferecem Paz, pactuamos com eles para reflectir em coisas, em sentimentos, em vivências. Ninguém se apercebe que temos este Pacto com ele, porque nos isolamos em ambientes propositadamente escolhidos para o sentir.
Existem silêncios que nos atormentam, pactuamos com ele, porque guardam angustias, medos, anseios, que não queremos expor por pudor, por juízos de valor.
Há os silêncios misteriosos, que escolhemos como estratégia, que escolhemos para infligir emoções, curiosidade, ansiedade. Este Pacto traz-nos a excitação de algum poder sob o controlo dos outros. Fazemo-lo pela excitação e divertimento que nos causa.
Existem aqueles silêncios sepulcrais, que traduzem a consciência dos nossos próprios erros, que nos “comparam” aos outros e reflectem as frustrações. Fazemos um Pacto com ele, porque é a melhor forma de fuga.
Depois, surgem aqueles silêncios de ternura entre dois seres que se conhecem até á alma, sem pronunciar um som, sabemos que fomos entendidos. É a melhor forma de pactuar com o amor.
Existem, por fim, os silêncios magnânimes, em que aconteça o que acontecer, sentimos o mundo nas mãos, sentimo-nos Deuses, encontramos a nossa razão de viver… com este pactuamos porque necessitamos de continuar a acreditar nessa razão!
Este Blog é outro Pacto de Silêncio, porque entre mim e ele, existem as entre linhas, tão importantes como as Palavras.
A Euforia de um Livro
Há uns tempos relativamente bons, sigo este Blog http://omeupontog.blogspot.com/ , um blog de uma mulher do porto, cujo pseudónimo se sublinha de Felina. Quem me despertou a atenção para este espaço foi uma amiga, que falava dele com um ânimo e uma exaltação, que o mais incrédulo dos blogueiros (as) não teria resistido à curiosidade de lá ir dar uma espreitadela.
Eu, curiosa como sou, até febre fazia se não fosse mesmo ... "porque ela é muito corajosa, porque ela é um espectáculo, porque ela, SIM, sabe o que quer ..." enfim, afirmações destas empurraram-me literalmente a este espaço virtual.
Fiquei assim, quando comecei a ler pausadamente cada linha do Blog ... a minha espressão facial corava a cada palavra que avançava e a cada explicação menos puritana que a outra. Não que eu seja tão casta quanto isso, mas realmente expor dessa forma o teor das suas actividades amorosas fazia-me reflectir nas minhas.
Enfim ... o tempo foi passando, e apercebi-me um belo dia que a Felina tinha sido convidada pelo Editor e escritor Jorge Reris Sá, que também tem um Blog http://oqueridodiario.blogspot.com/ a reunir os seus escritos e editá-los em livro. Pois, pois ... a minha admiração cresceu imenso, colossalmente ... como é possível que descrições eróticas, a culminar em exposições practicamente no pronográfico seja tema aliciante e convidativo para sair em edição a nível do país.
A verdade, verdadeira é que o livro foi editado e anda por aí a passear-se com as descrições mais tórridas de noites das mil e uma maravilhas.
Ainda não li o livro, nem me posso pronunciar sobre o conteúdo, mas se de facto são as compilações dos Post's da Felina no Blog, por favor, o meu conceito de literatura foi alterado para todo o sempre. Não é possível que com tantos escritores por descobrir, com tantas capacidades e temas educativos e informativos, estes nossos editores apostem nestes projectos pobres de espírito.
Mas como para mim estas coisas são sempre de difícil digestão, contactei o senhor Jorge Reis Sá e apresentei-me. Tive o cuidado, no e-mail que lhe escrevi, de lhe propor um outro livro acerca de uma problemática bem mais marcante, e que conheço muito bem. Reunirmos um vasto leque de testemunhos a nível da infertilidade e Perda da gestação e elaborar um livro realmente de interesse público. Mostrei-lhe todo o meu empenho e interesse neste projecto, já que é um assunto que tem pano pra mangas e todos sairiamos a ganhar. Quem edita um livro destes, penso eu, editaria outro com as nuances que lhe propus.
Admiração total, quando me deparo diariamente com o meu e-mail mudo de conteúdo do Senhor Jorge Reis Sá.
Infelizmente continuamos a nadar contra a corrente, qaundo o interesse do nosso país se fixa só e apenas naquilo que poderá dar muito dinheiro, independentemente se o que estamos a fazer seja vazio e surpéfulo de essência. Não tenho que estar admirada ... apenas ciente dos factos. Ou Não?
NASCER... de um BLOG
Neste mundo internautico, mais especificamente os BLOG's, que existem há uma porção de tempo, pelo menos oiço falar deles há bastante tempo ... já iniciei vários, mas todos com uma morte extremamente permatura. Nunca tinha muito tempo para os alimentar, ou porque de repente passava a detestar a imagem que lhes tinha criado, entediava-me com o conteúdo e/ou porque mesmo achava esta coisa de "Blogar" uma seca! O que mais me entusiasmava neste circuito blogueiro, era a possibilidade de criar, pintar um quadro com a vastissima oferta de caricaturas, imagens, bonecos que fui percebendo ser possível lá colocar. Era capaz de passar horas a seleccionar bonecos para um blog, e sem mais nem menos ... puff ... fazia-os desaparecer .... é verdade, depois de tanto trabalho...
Convenci-me realmente de que sou melhor em outras áreas! E passava mais algum tempo sem pensar neste assunto.
Sempre que voltava a tentação de fazer nascer um blog, reflectia ponderadamente que seria mais um compromisso na vida e como não estava muito para aí virada, rapidamente mudava de intenções ... optei então por começar a lê-los. Bem mais fácil e práctico! .... Viajava por alguns, intertinha-me verdadeiramente com outros, deixava algum "Post" sempre que me parecia oportuno neste ou naquele, e só.
Nunca tive nada contra esta actividade escrita, é um passatempo engraçado, libertador, de auto análise (a maior parte das vezes) e até chega a dar algum dinheiro, quando incrementados com criatividade, genuidade e muita ambição. Mas não foi propriamente o dinheiro
... não ... que hoje me faz estar aqui, neste meu novo passatempo... a verdade, é que um dia destes vou ser a única que não tenho blog, e em última análise concluí que pode funcionar até como uma óptima terapia.
Não sei por quanto tempo permanecerei por estas bandas, ou por quanto tempo vocês me aguentarão, mas como diria (Lao-Tsé) "Uma viagem de mil milhas começa com o primeiro passo."


